quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Solidariedade



A falta de Ações do Poder Publico, em áreas de sua estrita responsabilidade, são causas, entre outras, que motivam e levam pessoas, instituições sensíveis ao bem. A se unirem e se organizarem com o fim de prestar ajuda.
O Maçom pelo seu compromisso, e amor ao seu semelhante não pode se furtar diante de solicitações de ajuda, agindo da melhor maneira com o seu senso de filantropia, que em definição geral é o amor à humanidade, por isso a Loja Mensageiros da Arte Real nº 3.189 Oriente de Águas Lindas de Goiás, em solicitação feita pela Dnª Neuza do Sopão comunitário no setor 10, alegou que seu trabalho estava prejudicado por falta de um liquidificador industrial, a loja constatando o trabalho prestado pela solicitante, atendeu de pronto. E nomeou alguns IIr.: que em nome da loja fizessem a entrega, estiveram lá os seguintes IIr.: Nilzon, Jadir, Paulo e Cícero.
Autor Ir.: Cícero Carvalho

Maçonaria em ação: Bombeiros em Águas Lindas, Já!!!




Um breve relato em ordem cronologica das ações da Maçonaria em relação a vinda do Corpo de Bombeiros para o Nosso Município.
A ação inicial da Loja Maçônica Mensageiros da Arte Real nº 3.189, encabeçado pelo Ir.: Silvério, foi levar o assunto da necessidade urgente da instalação de um Grupamento do Corpo de Bombeiros no Município, para que os IIr.: dessem o seu aval, após as avaliações e discussões os IIr.: decidiram que a Loja deveria dar inicio aquela ação, pois a vinda do Corpo de Bombeiros ao município é uma necessidade proeminente e que não dizer “URGENTE”. Dai começamos a traçar uma ação real, agendamos com o comandante geral do Corpo de Bombeiros em Goiânia Cel. Manzan , levamos a ele nossa preocupação, informando-o que o Município já passava dos 200 mil habitantes e não dispunha de uma Cia do Bombeiro, dai em diante começou as discussões técnicas e politicas, tanto por parte do Comando do Bombeiro, como da loja, foram vários encontros na sede central do Comando, após a confirmação de que poderíamos ter uma Cia do Bombeiro em nosso Município, fomos procurar o nosso Prefeito o Sr. Geraldo Messias, que nos recebeu, e de pronto reconheceu a preocupação que nos tínhamos, gostou da ideia e esteve em nossa companhia em Goiânia colocando o Município a disposição no que fosse preciso, a primeira ação efetiva do Sr.Prefeito, foi a doação do terreno, para que fosse construída a nova Sede dos Bombeiros em nosso Município, também disponibilizou através de projeto aprovado pela Câmara de Vereadores verba no valor de R$500.000,00 para a construção da nova sede dos Bombeiros em Águas Lindas de Goiás, que já esta em fase de licitação e outros andamentos tais como convênios. Não obstante, sentimos uma necessidade urgente da presença de um Grupamento dos Bombeiros mesmo que provisório em nosso Município, até que as obras da sede definitiva fiquem prontas, com previsão para final de 2012, ai vimos novamente à necessidade de irmos a Goiânia falar novamente com o Comando, de nossas preocupações, convidamos o Dep. Estadual Hildo do Candango, para que nos acompanhasse, pois ele é o representante do Município perante a Câmara Legislativa Estadual, mais uma vez fomos calorosamente recebidos pelo Comando dos Bombeiros, que ouviu as nossas preocupações e se prontificou a atender o mais breve possível, enviando a esse Município um grupo de homens, num total de (quinze), e algumas viaturas de combate a Incêndio. Agradecemos a presença do Deputado e do Comando pela real compreensão das nossas reivindicações, lembrando que todo esse trabalho não seria possível sem a presença constante dos nossos valorosos IIr.:. A maçonaria esta sempre a frente de ações que vão trazer benefícios à população, participando das mais importantes decisões, seja elas no âmbito Municipal, Estadual ou Federal. Lembrando que ainda falta muito e que estaremos acompanhando tudo de perto sempre com o zelo que um maçom deve ter. Gostaria de registrar em meu nome e em nome de todos os IIr.: da Loja Maçônica Mensageiro da Arte real Oriente de Águas Lindas de Goiás, os nossos agradecimentos às autoridades que estiveram e ainda estão envolvidas nesse processo, como o Prefeito, Vereadores, Corpo de Bombeiro, Dep. Estadual Hildo do Candango  e outros. A maçonaria sempre esteve e vai estar afrente das construções que beneficiaram a humanidade.

Esse foi um breve relato desse processo que julgamos um dos mais importante para o nosso povo e consequentemente para o nosso Município, Ir.: Cícero Carvalho.
Estiveram presentes os seguintes IIr.:Silvério,Mauro,Nilzon,Pedrosa,Nildomar,Divino,Brito e Cicero e o nosso Dep. Estadual Hildo do Candango.

“ loren ipsum dolor”



Autor Ir.: Cícero Carvalho

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O Maçon e as luvas










Em reunião de Loja ou de Grande Loja, os maçons usam sempre luvas brancas. Pode-se dizer que o uso de avental e de luvas brancas é a marca distintiva dos maçons.
Para além da cor, não existem requisitos especiais quanto ao tipo e qualidade de luvas a serem usadas. Podem ser de pele, algodão ou outro tecido. Podem ser completamente brancas ou ter estampado ou bordado algum enfeite. É muito utilizado um modelo de luvas com o desenho do compasso e do esquadro.
Tal como o avental, a origem do uso das luvas deve buscar-se na Maçonaria Operativa. O trabalhador em pedra, em muitas das suas tarefas, necessitava de proteger as mãos dos acidentes ou, mesmo, das normais consequências do manuseamento de materiais duros, rugosos, pesados, com arestas vivas, etc.. O uso de luvas previne pequenos ferimentos, arranhões, abrasões, decorrentes desse manuseamento. Com a transição da Maçonaria Operativa para a Maçonaria Especulativa, manteve-se a tradição do uso de luvas.
Mas se a tradição se manteve, ironicamente o propósito inverteu-se. É que, na Maçonaria Especulativa, o uso de luvas não se destina a proteger as mãos do ambiente, mas, pelo contrário, a proteger o ambiente das mãos. Explicando:
Uma das regras que é frequentemente lembrada aos maçons é a de que estes "devem deixar os metais à porta do Templo", isto é, não devem transportar para o interior da Loja condutas, conflitos, interesses, competições, comportamentos, de natureza profana. Em Loja, nada disso tem lugar.
O espaço da Loja - e não me refiro apenas ao espaço físico, mas também, e essencialmente, à dimensão espiritual - não deve ser conspurcado com imperfeições de natureza profana. Para que o maçon possa tranquilamente, com a ajuda de seus Irmãos, trabalhar no seu aperfeiçoamento, deve estar inserido num ambiente livre da poluição das imperfeições do dia a dia. O interior do Templo deve, assim, estar livre de metais, por estes se entendendo tudo o que é negativo, imperfeito, inerente às fraquezas humanas.
No entanto, o maçon, se busca aperfeiçoar-se, é porque se reconhece imperfeito. E imperfeito em si mesmo. Por muito que cuide, por muito que faça, embora procure deixar os metais à porta do Templo, alguns inevitavelmente ele transporta para o seu interior, porque ínsitos (ainda, espera-se...) nele mesmo. Então, assim se reconhecendo imperfeito, logo poluidor do ambiente do Templo, logo susceptível de dificultar o aperfeiçoamento de seus Irmãos - quando o objectivo comum é precisamente o inverso... - o maçon simbolicamente protege o ambiente e seus Irmãos de suas imperfeições, usando as luvas. Assim, a sujidade que ainda permanece em suas mãos não conspurca o Templo, os objectos nele existentes, os seus Irmãos.
Ou seja, o maçon em Loja usa luvas brancas, não para se proteger do que, exterior a si, o possa afectar, mas para proteger o ambiente e os demais daquilo que, existente em si, os possa prejudicar.
Este, no meu entendimento, a lição que se pode extrair do simbolismo do uso das luvas pelos maçons em Loja.
Daqui decorre, por exemplo, que, ao contrário da prática social, em que o enluvado se desluva para cumprimentar outrem, os maçons, no interior do Templo saúdam-se sempre com as respectivas luvas postas.
Há, no entanto, três situações correntes em que o maçon em Loja deve retirar uma ou ambas as luvas. Uma, quando manuseia dinheiro, pois, por natureza, o vil metal conspurca - e o seu manuseio em Loja, designadamente quando se reúnem fundos para acções de solidariedade, é um mal necessário - e não deve assim sujar a luva, que deve permanecer limpa; outra, quando o maçon assume compromissos sobre as três Grandes Luzes da Maçonaria - o Volume da Lei Sagrada, o Compasso e o Esquadro -, caso em que apõe a mão nua sobre esses três artefactos, em sinal de que o compromisso é assumido pelo Homem inteiro, com suas qualidades e defeitos, com suas forças e suas imperfeições, confiando em que o contacto entre essas três Grandes Luzes e si próprio redundará no seu aperfeiçoamento, não na perda de qualidades daquelas; a terceira, na Cadeia de União, em que os maçons se dão as mãos, despojadas de luvas, em sinal de união e de comunhão de esforços, juntando-se numa Cadeia em que cada um se reconhece como o elo mais fraco, mas em que todos buscam fortalecer-se, transmitindo-se e unindo todos suas forças e fraquezas, cientes de que as forças de todos combinadas gerarão um poder mais forte do que a mera soma delas e de que as fraquezas de cada um mais eficazmente são combatidas com a ajuda de todos.
Eis porque o maçon usa luvas brancas e eis por que razão pontualmente as não usa.
Autor: Rui Bandeira
Extraido do Blog: A pedra
Loja Maçonica Mestre Afonso Domingues
Postado pelo Ir.: Cícero Carvalho




quinta-feira, 1 de setembro de 2011

MITO DA CAVERNA - PLATÃO

A cegueira de quem não quer ver!!!
O Mito da caverna nos leva a pensar em alguns pontos da nossa vida. O próprio mito nos revela como nos distraímos com algumas coisas tão banais e fúteis da vida, ou como no mito, as sombras em 2D, que não analisamos o contexto e a beleza das coisas mais profundamente – ou o dono da sombra.
 Eles ficavam admirando  as sombras das pessoas, animais, objetos que passavam, mas não viam como era este objeto realmente, não podiam ver como as pessoas e os animais eram sua cor, forma, aparência, só viam a sombra e não os donos das sombras.
 Mas quando um deles resolveu conhecer o mundo fora da caverna e tentou acordar os outros para a realidade, ele foi morto, porque achavam que somente aquilo, as sombras, eram a realidade, somente aquilo mostravam “o fascinante show da vida”.
No nosso hoje não é diferente A pessoa fica tão vidrada na TV, ou outro meio de comunicação qualquer, que não para, para observar a realidade a sua volta, não abre os olhos para contemplar os jogos dos políticos que não pensam na cidade, mas somente em si mesmos.
Uma pessoa assim só se movimenta, só vive se for através do interesse pessoal, não quer e, não interessa ver a  verdade. Devemos aproveitar cada segundo como se fosse o último, e não ficarmos somente na figura em @D, mas nos aprofundarmos nas formas e formatos das coisas em 3D, ou seja, não ficar só nas coisas planas, mas nos aprofundarmos mais nas coisas da vida, no aceso a sua casa, do seu filho na escola sem professor, no posto de saúde que não tem médico, no hospital de filas longas e sem remédios... os “porquês é assim?” e aproveitar os momentos da vida como se fosse o último, abrimos os olhos para a realidade e ver a vida como ela realmente é.
E para terminar, uma frase célebre:
Conhece-te a ti mesmo...” ou és uma simples sombra!!!

Enviado pelo Prof. Silvério Corrêa
Postado pelo Ir.: Cícero Carvalho

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

ESTACA MENTAL

 -Uma caravana de camelos atravessava o deserto. Chegou a hora do descanso e o cameleiro preparava-se, como habitualmente, para prender os camelos às estacas, quando verificou que faltava uma estaca.

Não sabendo como resolver o problema, perguntou ao mestre da caravana:

- Mestre, falta uma estaca para um camelo. Como fazer?
- Não terás problema. Eles estão tão habituados a ficar presos que, se tu fingires que atas o camelo com a corda, ele pensará que está preso e nem sequer tentará sair do lugar.

O cameleiro assim o fez e o camelo ali ficou, toda a noite.

No dia seguinte, quando se preparavam para partir, o mesmo camelo simplesmente recusou-se a sair do lugar, mesmo quando o cameleiro o puxava com toda a força. Sem saber que atitude tomar, dirigiu-se de novo ao mestre, contando-lhe o sucedido.

- Homem! - respondeu-lhe o mestre - Que fizeste ontem? Não fingiste que o ataste à estaca? Então, faz o mesmo hoje. Finge que o desamarra.

O camelo, mal o cameleiro fingiu que o desatava da estaca imaginária, recomeçou a caminhada.

Moral da história:

Muitas vezes não avançamos devido às nossas "estacas mentais". É o desconforto da acomodação.

 Retirado de um site auto ajuda

Publicado pelo Ir.: Cícero Carvalho

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Medalha Merito Legislativo Pedro Ludovico Texeira


    Pedro Ludovico Teixeira,  um grande politico goiano,  um dos lideres da Revolução de 1930,  interventor federal no Estado de Goiás, responsável pela mudança do nome da capital de cidade de Goiás para Goiânia,  Dep. Federal  constituinte de 1946, Governador do Estado, participou altivamente no processo de mudança da capital federal, foi senador da republica por dois mandatos no ultimo era presidente, quando teve seu mandato cassado pelo AI-5, homem de notória sabedoria politica. Foi criada a medalha de honra ao mérito com o seu nome, para homenagear pessoas de destaque no estado de Goiás, são pessoas que lutam pelo crescimento do Estado. Sendo conhecedor de tais qualidades,  nosso Dep. Estadual Hildo do Candango, teve a honrosa satisfação de indicar para receber a MEDALHA DE MERITO LEGISLATIVO PEDRO LUDOVICO TEIXEIRA, dentre tantos outros, dois ilustres homens que prestam relevantes serviço ao Municipio e ao estado. O Ir.: Nilzon, Empresário no seguimento de Cartório, vem contribuindo para o crescimento do Município, mesmo ainda quando   eramos comarca de Santo António do Descoberto, e ainda ocupa o cargo de Dep. Estadual na Assembleia Maçónica. O Ir.: Pedrosa empresário no seguimento de lazer e entretenimento, é um dos fundadores da Loja Maçónica de Águas Lindas de Goiás, e hoje ocupa o posto de Venerável Mestre, tendo como suas principais ações a filantropia no Município. Para nós moradores, ver homens como esses recebendo honraria tão importante é motivo de jubilo. Parabens para a Cidade de Águas Lindas de Goíás.

Autor Ir.: Cícero Carvalho

A FAMILIA E AS DROGAS

            TUDO PODE ACONTECER!!!                     

É muito comum ouvirmos afirmações do tipo: Eu nunca pensei que isso fosse acontecer na minha família!
É claro que ninguém espera, e muito menos deseja que, um membro da família, ou um amigo, venha a se envolver com drogas. Mas, infelizmente, isto pode acontecer. Principalmente com as proporções epidêmicas que o uso e o abuso das drogas vêm atingindo no mundo inteiro, inclusive aqui, perto de nós.
O problema, muitas vezes, começa na própria família, com drogas lícitas como o álcool, o cigarro, os medicamentos e outros produtos, que aparecem entre as principais causas de morte evitáveis. O combate pode ser feito por várias ações: a repressão ao tráfico, à redução da produção e, principalmente, pela prevenção, reduzindo o consumo e evitando que as pessoas comecem a consumir. É a ação mais eficaz, sem dúvida, e pode ser praticada por todos nós.
COMO AJUDAR OS FILHOS?
  • Afeto: Manifestações de carinho e amor são sempre bem vindas. Abrace, beije, incentive os filhos, mesmo em público. Fortaleça os vínculos entre os membros da família, incentivando o clima de afetividade, sinceridade e companheirismo entre todos.
  • Ambiente: Reduza a influência negativa que possa vir de outros grupos. Faça com que o ambiente familiar seja atrativo e aconchegante. Faça com que seu filho se sinta bem em sua própria casa.
  • Diálogo: Ache tempo para conversas e consultas frequentes sobre qualquer assunto. Reserve um tempo especial para cada membro da família. Mantenha em casa um clima de diálogo franco e aberto. Converse com seus filhos sobre o consumo de álcool e de outras drogas, mas também sobre demais assuntos que fazem parte de seus interesses.
  • Exemplo: Álcool e cigarro são drogas lícitas, mas evite consumi-las, se não quiser estimular os filhos a fazer o mesmo. Viva o que você recomenda aos seus filhos. Mesmo que os contestem ou questionem, terão nos pais os melhores exemplos e guias.
  • Liberdade: Mais autonomia significa maior capacidade de decisão. Incentive a responsabilidade de cada um. Respeite os valores e os sentimentos de seu filho. Evite criticá-lo o tempo todo.
  • Modelo: Cuide para que a relação com os filhos seja fundamentada na confiança e no respeito. Isso cria um modelo de comportamento para eles. Os jovens precisam de bons modelos.
  • Ocupação: Encoraje as atividades criativas e saudáveis de seus filhos, ajude-os a lidar com as pessoas de seu meio, motive-os a tomar decisões, ensine-os a assumir responsabilidades e estimule-os a desenvolver valores fortes e o senso crítico diante das mais diferentes situações, inclusive das drogas.
  • Participação: Tome decisões em conjunto, assim todos percebem que suas opiniões e pontos de vista são respeitados.
  • Presença: Reforce as relações familiares, participe mais das atividades dos filhos. Cresça com seus filhos.
  • Prevenção: Explique sempre aos filhos quais são os riscos do uso de drogas. Ensine-os a não experimentá-las.
  • Princípios: Evidencie os princípios espirituais, em contraposição aos valores materiais.
  • Regras claras: Imponha limites. Quando fizer alguma proibição, não deixe dúvida sobre suas razões. O amor de pai e de mãe precisa ser exigente. Esse amor acompanha, coloca limites, exige comportamentos, orienta respostas, deixa as regras claras e alerta para os sinais de fraqueza. Confie em seus filhos.
EDUCANDO COM VALORES
A educação dos filhos é uma das tarefas mais importantes que podemos realizar, mas é também aquela para a qual menos nos preparamos. Quase todos aprendemos a ser pais seguindo o exemplo que nos deram nossos próprios pais.
ENSINANDO PRINCÍPIOS UNIVERSAIS
Cada família tem suas expectativas de conduta que vêm determinadas pelos princípios. Com muita frequência são estes princípios que ajudam nossos filhos a decidir que não tomarão álcool nem outras drogas.
Os princípios sociais, familiares e religiosos são os que dão aos jovens os motivos para dizer “não” e os que os ajudam a manter sua decisão.
  • Ensine a seus filhos que cada decisão se baseia em uma decisão anterior, tomada quando se está formando o caráter, pelo que uma boa decisão faz com que seja mais fácil tomar a seguinte. Somos o resultado das escolhas que fizemos em nosso passado.
Isto não significa que, se você costuma beber um pouco de vinho nas refeições, ou a tomar ocasionalmente uma cerveja, precisa deixar de fazê-lo. Os filhos podem entender e aceitar que haja diferenças entre o que podem fazer os adultos, legal e responsavelmente, e o que se torna apropriado e legal para eles.
Sigo teus passos!!!

Enviado por email- Prof.  Silvério
Fonte, Nilo Momm: Membro da Comissão Nacional da Pastoral da Sobriedade – C.N.B.B.
Postado pelo Ir.: Cícero Carvalho